O que é mais importante nas empresas?

Esse é um grande questionamento. Durante alguns anos a resposta era rápida e clara: o cliente. 

Seguindo essa lógica, as empresas se desenvolveram buscando atender todas as necessidades dos clientes. Preço, prazo, ambiente, produto. No entanto, esqueceram de cuidar do RELACIONAMENTO. Esqueceram daqueles que fazem o relacionamento. A equipe. 

A quantidade e qualidade dos erros é muito grande e vão desde a contratação até a atração e manutenção dessa equipe. 

Afirmações como " ninguém é insubstituível" tomaram forma e se troca de equipe como se troca de roupa. 

O que verificamos é uma quantidade de pessoas trabalhando sem propósito, sem expectativa. Mas, como cobrar se as próprias empresas não entendem seu propósito, não sabem quem querem trabalhando com elas.

Avaliando o comportamento das empresas e seus empresários e líderes, identifico dois grandes problemas:

  1. Somos seres políticos. Contratos por indicação, avaliamos por conveniência e descartamos  sem parcimônia;

  2. Por mais duro que seja, ainda vivemos com o ranço do escravismo. De um lado os donos que mandam e de outro lado os empregados que se submetem a trabalhos que nada lhe acrescentam na evolução pessoal e espiritual. Trabalham por dinheiro, na chamada corrida dos ratos.

No entanto, esse modelo está mudando. E rápido. As novas gerações  Y e Z têm uma formação mental completamente diferente. Disruptiva. O ser é mais importante do que o ter. O desafio é maior que a comodidade e segurança. A espiritualidade está mais forte fornecendo ideias nobres de ética, moral, sustentabilidade e amor.

Por isso, chamo a atenção de todos os empresários e, principalmente dos baby boomer (nascidos entre 1946 e 1964). 

Acordem!

 Aprendam! 

Sobrevivam.